Gestão de desempenho: ser chefe ou gestor?

2020-04-01T09:36:24-03:0023 setembro, 2016|Gestão de Desempenho|

Diante da gestão de desempenho da sua equipe, um líder pode assumir o papel de gestor ou de chefe. Essas duas formas de atuar carregam diferenças significativas e, muitas vezes, características opostas.

Para torná-las mais perceptíveis, separamos alguns tópicos que mostrarão como se dá a atuação de um gestor e de um chefe na gestão de desempenho, destacando formas mais adequadas e eficientes. Confira:

Ser chefe ou gestor?

O chefe é popularmente conhecido como aquele que manda. Diante desse comportamento, sua equipe compõe um time de subordinados que obedecem as suas ordens. Nessa relação, não há muito espaço para diálogo e, quando ocorre, a comunicação é verticalizada e a hierarquia é rigidamente respeitada.

Nesse sentido, quando falamos em gestão de desempenho, que demanda um diálogo constante sobre metas, grau de dificuldade para atingi-las, eficácia dos recursos disponíveis, entre outros aspectos, a postura de chefe dificulta o processo.

Sabe-se que o aprendizado depende de um conjunto de fatores. Entre eles, existe um, em especial, que facilita a assimilação do conhecimento, bem como a sua transmissão. Tal fator é o vínculo, podendo ser representado também pelo elemento afetivo.

Um bom líder, que desempenhe o papel de gestor ao invés de chefe, consegue se conectar com sua equipe, gerando um grau elevado de sinergia, no qual todos almejam o mesmo resultado.

Outro aspecto central na relação de gestores e colaboradores é a confiança. Sem ela, não se consegue a abertura necessária para determinar os motivos pelos quais tal colaborador apresenta determinado desempenho.

É papel do gestor motivar a equipe, dar constantes feedbacks, inovar recursos, desenvolver profissional e pessoalmente seus colaboradores, bem como facilitar a comunicação entre o grupo.

Características da gestão de desempenho

Com que frequência se deve avaliar o desempenho da equipe? O olhar do gestor para a necessidade da avaliação faz toda a diferença. Um líder que conheça profundamente o capital humano da sua empresa, e as estratégias de negócios, saberá a melhor hora de iniciar seu ciclo de avaliação.

Além da frequência, existem também os instrumentos a serem escolhidos para mensurar a produtividade e os resultados do esforço dos colaboradores. Nesse momento, a escolha deve ser direcionada para os aspectos sobre os quais se deseja ter conhecimento, priorizando as necessidades da empresa.

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Relação entre liderança e gestão

Em uma gestão de desempenho hierarquizada, na qual o líder tem o papel de chefe, observam-se os seguintes fatores:

  • Alcance limitado;
  • Objetivo pontual;
  • Pouco reconhecimento;
  • Metas rígidas.

Quando a função da liderança se aproxima a de um gestor, por meio do diálogo aberto com seus colaboradores, destacam-se:

  • Abertura para a inovação;
  • Feedbacks constantes;
  • Reconhecimento social;
  • Flexibilidade nas metas.

Assim, fica clara a vantagem de optar por uma gestão colaborativa no ambiente corporativo, uma vez que a gestão de desempenho passa a fazer parte da cultura da empresa de forma natural. Para uma estratégia ter bons resultados, é necessário que exista continuidade.

E, então, já escolheu a melhor maneira para gerir o desempenho dos seus colaboradores? Comente no post e conte-nos em qual estilo de liderança você se encaixa!

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