On Boarding e a Avaliação de Experiência

2019-05-14T11:23:51-03:0017 setembro, 2018|Gestão de Pessoas|

 

On Boarding e a Avaliação de Experiência feita regularmente através da ferramenta auxilia na decisão de efetivar ou não um funcionário?

Tendo em vista que o trabalho de uma organização no que diz respeito a aquisição de um novo funcionário não termina quando se fecha a contratação, uma das tendências que vem crescendo no mercado é o uso do on boarding.

On boarding é o termo utilizado para designar o processo que tem como intuito capacitar e familiarizar os colaboradores recém-contratados das organizações. A ideia é fazer com que o tempo que o colaborador leva para se adaptar e atingir o seu máximo potencial como profissional seja reduzido. Para isso, é fundamental trabalhar com determinadas ações, como a integração com o time, imersão cultural (o colaborador precisa ter claro o posicionamento da empresa, quais os seus valores, visão e missão), criação de uma forte conexão da equipe para a recepção do novo colaborador e a utilização de ferramentas digitais para entender melhor as características individuais do profissional.

O processo é crucial para evitar interpretações erradas sobre as atividades e posicionamento da empresa, ter alto aproveitamento e produtividade e, principalmente, diminuir a taxa de turnover.

Dados e Produtividade entenda essa relação
tão importante para a empresa

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É bastante comum a contratação de profissionais por um prazo determinado (modelo de contrato regulamentado pela Consolidação das Leis Trabalhistas) que estipula que a organização pode testar as aptidões de um funcionário para a vaga por até 90 dias antes de efetiva-lo. A avaliação do período de experiência costuma ser um momento crucial tanto para o profissional, quanto para a empresa, pois um candidato pode até se sair bem durante o processo seletivo, mas são necessários alguns meses para definir se ele atende às necessidades e expectativas da organização e, principalmente, se ele está qualificado.

A avaliação de experiência feita regularmente, com o auxílio da ferramenta tecnológica, facilita a mensuração da qualidade do trabalho do colaborador, bem como se possui o domínio dos conhecimentos técnicos, habilidades interpessoais, de comunicação, liderança e todas as demais pertinentes à sua ocupação. Além disso, fatores comportamentais como pontualidade, respeito aos prazos, regras e hierarquias também devem ser avaliados. Dentro de 90 dias, existe a possibilidade de que os dados colhidos não sejam precisos para a geração de um feedback final e possível efetivação.

Desta forma, se o gestor tiver a oportunidade de realizar uma avaliação após 45 ou 60 dias, ele terá a oportunidade de alinhar os resultados obtidos até aquele momento e direcionar o funcionário antes de realizar uma avaliação definitiva, na finalização dos 90 dias de experiência. Com isso, o gestor poderá acompanhar de perto as características e possíveis mudanças no estilo comportamental e profissional do candidato que poderá ocupar uma vaga em sua equipe. Ao final desse processo, o gestor terá subsídios necessários para avaliar o profissional e decidir sobre sua efetivação.

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Para mensurar o desempenho do colaborador, também é importante ser justo e avaliar o momento da empresa, ou seja, se a mesma deu as condições necessárias a que o colaborador pudesse demonstrar seu potencial. Isso quer dizer verificar se o gestor orientou o funcionário de maneira correta, se a infraestrutura era adequada para executar seu trabalho e também se a equipe o recebeu abertamente.

Nesse cenário, o uso da tecnologia ganha destaque por democratizar e humanizar os processos que, com o tempo, acabaram se tornando mecânicos e burocráticos, uma vez que o torna mais rápido, facilita a mensuração dos resultados e a confiabilidade de dados.

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